terça-feira, 24 de agosto de 2010

Kiss: Lady Gaga" tweeta" e é respondida por Paul Stanley

Lady Gaga troca mensagens com o KISS através do twitter. Ela escreveu no dia 28 de julho às 18h17min o seguinte tweet.
I push harder, dance longer, bleed stronger. I don't want the greatest KISS tribute band of all time, I want the real band. I want KISS.
6:17 PM Jul 28th via OpenBeak
(Eu me esforço demais, danço demais, sangro demais. Eu não quero a melhor banda tributo de todos os tempos do KISS, eu quero a banda de verdade. Eu quero o KISS)
Ela é respondida no dia 29 de julho a 1h47min da manhã pelo Paul Stanley, com a seguinte msg:
@ladygaga Lady Gaga -You Wanted The Best, You Got the Best. We're out on our Hottest Show On Earth Tour. Pick your city and join us. Paul
1:47 AM Jul 29th via web in reply to ladygaga.
(Lady Gaga - Você quis o melhor, você tem o melhor. Nós estamos fazendo a tour "Hottest Show on Earth". Escolha sua cidade e junte-se a nós. Paul)

Slipknot: não contrataremos baixista, mas lançaremos álbum

De acordo com The Pulse of Radio, o baterista do SLIPKNOT, Joey Jordison, atualmente em turnê com a banda de ROB ZOMBIE, confirmou que a banda continuará a fazer música apesar da morte do baixistaPaul Gray, em maio.
Embora o SLIPKNOT ainda esteja nos primeiros estágios do planejamento do próximo álbum, Jordison diz que o grupo já decidiu que não recrutará um novo baixista. “Não haverá outros baixistas e além de Jim [Root, guitarra, que também toca no STONE SOUR], Mick [Thomson, guitarra] e eu, mais que provavelmente... todos na banda, na verdade, tocam um pouco de guitarra, então eu acho que todos nós vamos tocar baixo no álbum. Nós não traremos ninguém para a banda. Mas em relação aos shows ao vivo, lidaremos com isso quando for a hora.”
Recentemente, Joey afirmou que a banda fará um novo álbum, mas que isso não deve acontecer antes de 2012. O vocalista do SLIPKNOT, Corey Taylor, que também é integrante do STONE SOUR, junto com Jim Root, disse ao DJ e apresentador britânico Zane Lowe que ainda é cedo para falar a respeito do futuro da banda.
"Ainda é muito cedo nesse momento, mas nós estamos conversando, todos nós estamos conversando e tudo está bem, mas veremos”, disse o vocalista.
Taylor está em meio ao processo de divulgação do novo álbum do STONE SOUR, “Audio Secrecy”, que sai em setembro; enquanto o segundo álbum da outra banda de Jordison, MURDERDOLLS, “Women And Children Last”,sai agora em agosto.

Steven Adler: grato por Axl ter feito parte de sua vida

Em entrevista ao "NorthJersey.com", Steven Adler, baterista original do GUNS N' ROSES  falou, dentre outros assuntos sobre Axl Rose. Confira a passagem em que o ex-Gunner fala sobre o vocalista.
NJ: Axl Rose sempre foi uma das figures mais polarizadoras do Rock. Na página 98, você escreveu: “De todos nós, Axl parecia ser o mais careta”. Eu acho que isto irá surpreender algumas pessoas. Axl era realmente o membro mais calmo da banda?
SA: Quando se tratava de DROGAS e brigas e coisas do tipo, ele definitivamente tinha alguns problemas. Ele apenas ficava sempre lá. Ele era o cantor e ele realmente se importava em como iria aparecer e como iria soar... era muito importante para ele. Quando gravamos o “Appetite”, ele cantou palavra por palavra. Ele se importa muito, eu sei disto.
NJ: Quando você ouve o nome de Axl agora, quais são os primeiros sentimentos que aparecem em sua cabeça?
SA: Um superstar por quem sou grato por ter conhecido e por ter feito parte de minha vida.

AC/DC: fã-clube faz homenagem aos 30 anos de Back in Black

No dia 25 de julho, o álbum “Black in Black” – o primeiro registro do AC/DC  sem Bon Scott – completou trinta anos. Em comemoração ao aniversário, o fã-clube oficial da banda australiana preparou uma página especial sobre a história do disco: com vídeos, fotosentrevistas e detalhes da gravação.
O conteúdo especial pode ser conferido no link abaixo.

AC/DC: turnê é a segunda maior arrecadação da história

AC/DC terminou sua grandiosa turnê mundial Black Ice alcançando a segunda maior arrecadação da história.
banda fez 168 shows para 4 milhões e 900 mil pessoas, arrecadando 441,6 milhões de dólares. Somente os ROLLING STONES, durante A Bigger Bang Tour de 2005 a 2007, conseguiu arrecadar mais dinheiro na estrada, resultando em 558,1 milhões de dólares.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Guns N' Roses: Steven Adler sonha com uma possível reunião

O baterista original do Guns N' Roses, Steven Adler, conversou com o Billboard.com sobre a sua nova autobiografia, "My Appetite For Destruction: Sex & Drugs & Guns N' Roses".




"É tão cicatrizante tirar todas aquelas coisas do meu sistema," diz Adler, que foi demitido da banda em 1990 e lutou contra o vício das drogas, até sofrer um derrame, antes de alcançar seu atual estado de sobriedade.



"Você não consegue passar 30 anos de sofrimento e toda aquela coisa e sair assim imediatamente, mas ao menos, estou caindo fora e começando a me tornar a minha própria pessoa novamente. Perdi tanto da minha vida, é ótimo ter sobrevivido e viver novamente."



A nova banda de Adler, ADLER'S APPETITE, está no meio de uma turnê norte americana passando por 50 cidades e, após cumprida a tarefa, o grupo planeja gravar um EP com o produtor Anthony Fox (VINCE NEIL, BUCKCHERRY), e as sessões para um disco completo estão planejadas para o fim do ano. Mas Adler diz que ele possui um pouco de esperança de que o quinteto original do GN'R faça alguma coisa junto de novo.



"Eu sei que de nós quatro, com excessão de Axl, amaríamos fazer isso," ele disse. "Eu sei que além disso milhões e milhões e centenas de milhões de dólares estarão envolvidos, e acho que se nós tocássemos pelo mundo inteiro, seria uma espécie de alívio... como, 'Deus, eles estão finalmente tocando!' É o que muitas pessoas realmente querem, sabe?"

Iron Maiden: Eddie pode virar personagem de filme?

Após o lançamento do clipe de "The Final Frontier", muitos fãs compararam o novo vídeo do Iron Maiden a filmes de ficção científica, dando início à discussão sobre a hipótese de Edward the Head, mascote da banda, mais conhecido como Eddie, estrelar um longa-metragem nos cinemas.




O vocalista Bruce Dickinson, em entrevista ao site NoiseCreep, disse não estar muito seguro sobre esta ambiciosa idéia: "Temos todo tipo de idéia sobre o que fazer com Eddie, mas sua identidade é tão crucial que temos que ser muito cuidadosos. Tenho certeza que em algum momento, com a história certa, o projeto certo, o sentimento certo virá junto."



Sem dúvida, Eddie se tornaria o perfeito anti-herói. Isso, Dickinson não contesta. "Ele seria, mas o que nós não queremos é explorá-lo de uma forma que destrua sua natureza essencial."



NoiseCreep: Qual é a sua natureza?



Bruce Dickinson: "Bem, esse é um dos problemas - ninguém sabe. Eddie é enigmático. Ele é o último monstro anti-herói que você amaria, ele seria o cara mais legal de ter no ônibus escolar, mas você realmente não iria querer jantar com ele. Ele faz coisas ruins, mas apenas para as pessoas que merecem. Mas ele é um enigma e o enigma se perde ao expor seu perigo, na verdade. Se você perde aquela coisa enigmática sobre ele, você perde o mistério."



Originalmente criado por Derek Riggs em uma pintura de 1978, o personagem foi inicialmente batizado com o nome de Electric Matthew. A produção do Maiden gostou do desenho e sugeriu algumas alterações para o uso no primeiro álbum, lançado em 1980. Eddie, apareceu pela primeira vez na capa do single "Running Free". Riggs continuou a criar vários Eddies até 1992. Outros artistas, incluindo Melvyn Grant, Tim Bradstreet e Hugh Syme também deram vida à criatura em outros álbuns.

Gus G.: "Não me surpreendo se Ozzy tocar de novo com Zakk"

O Metal Insider recentemente entrevistou o guitarrista Gus G. (FIREWIND, OZZY OSBOURNE). Confira abaixo alguns trecho da entrevista.




Metal Insider: O novo álbum do Ozzy Osbourne, "Scream", tem recebido resenhas entusiasmadas desde seu lançamento. Como você foi capaz de colocar seu próprio estilo no material? Você conseguiu colocar seu próprio toque pessoal nele?



Gus G.: Eu quero pensar que no fim conseguí fazê-lo. (Risos) Quero dizer, eu fiz alguns álbuns com várias bandas no passado e sempre compus a maior parte. Este foi o primeiro álbum no qual não pude compor nada porque quando me juntei tudo já estava pronto. Então foi um trabalho difícil, mas ao mesmo tempo gosto de desafios e tentei o meu melhor. Me aproximei das músicas com muito respeito, considerando seu passado e tudo. Obviamente, é um disco do Ozzy osbourne, mas ao mesmo tempo eu queria colocar um pouco da minha marca nela para fazer alguma diferença ali. Foi uma experiência muito divertida fazer este álbum. Foi ótimo.



Metal Insider: Você disse que gosta de desafios, mas você estava nervoso ao entrar nisso?



Gus G.: Inicialmente eu estava, nos primeiros dias que comecei a gravar, mas então tive algum tempo de folga para pensar sobre algumas partes e então tive que voltar para mais trabalho e realmente começar a gravar tudo de novo. Então na segunda vez não havia aquele stress. Na segunda vez, estava mais relaxado. Eu e Kevin [Churko, produtor] trabalhamos realmente bem juntos. Havia esta química legal entre nós, e ele me ajudou muito. Se havia lugares onde eu estava preso ou algo do tipo, ele me ajudava e me dava algumas idéias. E então, é claro, eu trouxe meu próprio material e dei minha contribuição com algumas idéias que eu acho que poderiam ser diferentes. Coisas desse tipo. Eu tentei ser criativo e não deixar realmente o fator do stress tomar conta.



Metal Insider: Você teve algum contato com Zakk Wylde desde que se juntou a banda?



Gus G.: Não. Eu não encontrei Zakk, eu não contactei ele. Eu já li tudo o que ele disse sobre mim na imprensa, e foi muito legal dele e significa muito pra mim porque se um dos meus guitarristas favoritos está me elogiando isso só me dá mais confiança. É uma grande ajuda pra mim e definitivamente me faz sentir bem porque eu tenho um grande respeito por caras como Zakk Wylde. Eu estou feliz que ele tenha uma mente aberta sobre isso. Zakk tem sua própria banda e é ótima, e espero ver o Black Label Society na estrada, visto que ele estará no Ozzfest. Então estou certo que irei encontrá-lo em algumas semanas.



Metal Insider: Na verdade eu já ia te perguntar, você pretende tentar encontrá-lo no Ozzfest?



Gus G.: Bem, estou certo que todos estaremos juntos em algum momento. Então nos encontraremos. Não é algo como, "Oh, eu vou até o segundo palco e bater na porta do ônibus" ou algo do tipo (risadas). Eu não sei como vai acontecer, ams será legal ir e dizer oi em algum momento. Estou certo que estaremos juntos em algum ponto no backstage ou coisa do tipo. Eu não gosto de pensar muito sobre isso, tipo, "Como será que vai acontecer? Quem deve ir aonde?" e tudo isso. Eu apenas vou deixar o momento acontecer de alguma forma. Eu definitivamente gostaria de apertar sua mão pois eu sou um grande fã dele.



Metal Insider: É legal que você obviamente tem respeito pelos seus predecessores pois também é óbvio que você é um fã também.



Gus G.: Sim, eu sou um fã acima de tudo. Eu não ficaria surpreso se Ozzy um dia decidir tocar com Zakk de novo. Para mim, quando eu estava crescendo, Zakk estava lá. A primeira vez que vi na televisão, Zakk Wylde estava na guitarra. Da minha geração, Zakk Wylde era o cara. Como um fã acima de tudo, eu conheço estes caras, eles são como família mais do que somente um time. Então eu definitivamente não ficaria surpreso se um dia ele decidir tocar novamente com Ozzy. Eu sei que estes caras se amam.

Scream - Ozzy Osbourne

“Black Rain”, disco anterior do madman Ozzy Osbourne, pode nem ser o que se chama de unanimidade entre os fãs – mas pelo menos conseguiu a façanha de sacudir a poeira da discografia do mestre, que nos últimos anos vinha sofrendo de um problema crônico de repetição aguda. É um Ozzy soando como Ozzy, claro, mas que está mais moderno, mais pesado, sem medo de exercer o seu lado mais soturno e sombrio. Assim sendo, era de se esperar que o recente “Scream” fosse exercer o papel de continuação obrigatória de “Black Rain”. Mas o resultado foi ainda melhor. “Scream” é mesmo um disco mais forte e intenso do que “Black Rain”. E também é definitivamente o álbum solo mais porradeiro do (ex) frontman do Black Sabbath nos últimos anos, cuja coleção de faixas tem potencial para extrair hits de verdade, para entrar na história do cantor. E isso não é pouco em se tratando de Ozzy.

Nota: 9
Seria simples dizer que a principal diferença entre “Scream” e “Black Rain” é a superioridade das composições mas, honestamente, não é só isso. “Scream” ganhou – e muito – em punch com relação aos seus antecessores diretos pela polêmica mudança na formação. Os fãs de Zakk Wylde podem ficar magoadinhos, mas é preciso dizer que sua saída da banda só fez bem ao som deste Ozzy solo. Wylde é um excelente guitarrista, talvez um dos melhores em atividade, com uma pegada única. Mas esta pegada acabou se transformando em uma espécie de assinatura, tornando os riffs disparados nos discos de Ozzy perigosamente similares aos que ele constrói nos álbum de seu grupo, o Black Label Society. Para seguir uma evolução natural a partir de “Black Rain”, era necessário que o disco seguinte se renovasse. E Ozzy encontrou esta renovação na forma do músico grego Gus G.




Egresso da banda de power metal Firewind, Gus (cujo nome verdadeiro é o impronunciável Kostas Karamitroudis) entra com tudo no rol de excelentes guitarristas que tocaram com Ozzy, trazendo uma sonoridade mais heavy metal tradicional para o disco. A faixa de abertura, “Let It Die”, é daquelas feitas para bater cabeça com força, contando com uma paulada de guitarra pegando pesadíssimo, para banger nenhum reclamar. Logo depois, vem o primeiro single, “Let Me Hear You Scream”, cujo refrão grudento não esconde os solos cheios de fúria do novo guitarrista. Na seqüência, eis que vem “Soul Sucker” e seu peso com toques de groove, justificando a razão pela qual esta quase foi a faixa que daria título ao disco. E, senhores, estas são apenas as três primeiras músicas de “Scream”. Segurem-se em suas cadeiras.



“Life Won't Wait” pode até ter uma letra inspiracional, com um quê de auto-ajuda, mas não se deixe enganar pelo comecinho quase fofo, a la “Changes” – já que, segundos depois, Gus G. entra cavalgando, devidamente pareado com Tommy Clufetos, o novo batera que chega para a complicada missão de substituir Mike Bordin (atualmente em turnê com os antigos amigos do Faith No More). E o que dizer da ferocidade de “I Want It More”, que começa com quebradeiras evocando Rage Against the Machine e, num passe de mágica, eclode com uma guitarra que é quase uma furadeira thrash?



Você deve estar se perguntando sobre a interpretação do principal integrante da festa, Mr.Ozzy Osbourne? Continua com a mesma força costumeira, oras. Sua voz anasalada sempre teve uma fragilidade que era ao mesmo tempo sua maior fraqueza e seu maior charme. O Príncipe das Trevas nunca quis ser um Michael Kiske e, sinceramente, nós também nunca desejamos isso. Mas quem duvida do pique do maridão de Dona Sharon deveria ouvir com atenção “Time”, um dos principais destaques de “Scream” - e aquela que arrisco dizer que é uma das mais belas músicas dele em muito tempo. Numa letra profunda sobre o tempo e sobre como a vida passa rápido diante dos nossos olhos, Ozzy parece usar a idade a seu favor, interpretando de maneira ao mesmo tempo madura e apaixonada. Qualquer moleque cantando esta mesma letra não teria o mesmo impacto, por mais que fosse alguma voz de ouro. Sem dúvida alguma, entrou para o meu setlist obrigatório de 2010.



“Scream” é um disco de heavy metal cheio de personalidade, mas que, antes de tudo, soa bastante atual, talvez até mais atual do que “Black Rain”, que trazia aqui e ali algumas experimentações eletrônicas. Isso porque temos aqui um Ozzy Osbourne ainda cheio de vida, se reinventando e aparentando querer sempre mais. Isso sem deixar de agradecer aos fãs, claro, como na curtinha e delicada “I Love You All”, que encerra a bolacha dizendo um singelo “obrigado” pelos anos de apoio. Vai firme, velho Ozzy. Estamos aqui pra isso.



Line-Up:

Ozzy Osbourne – Vocal

Gus G. – Guitarra

Rob "Blasko" Nicholson – Baixo

Adam Wakeman – Teclado

Tommy Clufetos – Bateria



Tracklist:

Let It Die

Let Me Hear You Scream

Soul Sucker

Life Won't Wait

Diggin' Me Down

Crucify

Fearless

Time

I Want It More

Latimer's Mercy

I Love You All

Slash: turnê sul-americana será anunciada em breve

O guitarrista Slash (ex-GUNS N´ROSES, VELVET REVOLVER) publicou em seu twitter (@Slash) a seguinte nota: "As datas da turnê sul-americana serão postadas em breve, mal posso esperar".




SLASH está excursionando para divulgar seu álbum solo. No momento ele está na Ásia, e depois irá para a parte norte-americana da turnê. Portanto, possivelmente a próxima etapa será na América Latina.